Feijão vira e chega à última fase do quali de Sydney

O paulista de Mogi das Cruzes terá pela frente o vencedor do duelo envolvendo o holandês Igor Sijsling, cabeça de chave número 7, e o alemão Tobias Kamke

Americana vence e mantém 100% na Liga de Basquete

Fácil vitória por 90 a 59 em cima do Brasília, um dos lanternas da LBF faz o atual campeão brasileiro seguir na cola do líder Uninassau/América

Brasil faz jogo forte em estreia de torneio no Egito

Seleção teve jogo equlibrado na reta final da preparação para o Mundial do Qatar, na próxima semana

Futebol feminino agoniza no Brasil, apesar do sucesso mundial da jogadora Marta

Campeonatos bem organizados são realidade apenas no eixo Rio-São Paulo

Romário curte férias em Aruba e aparece ao lado de nova namorada

Em rede social, ex-jogador postou foto ao lado de Dixie Pratt, de 19 anos

domingo, 11 de janeiro de 2015

Feijão vira e chega à última fase do quali de Sydney

 O paulista de Mogi das Cruzes terá pela frente o vencedor do duelo envolvendo o holandês Igor Sijsling, cabeça de chave número 7, e o alemão Tobias Kamke

Único brasileiro a tentar a sorte no ATP 250 de Sydney, o paulista João “Feijão” Souza está muito perto da chave principal. Neste domingo, ele obteve seu segundo triunfo no qualificatório, derrubando o francês Edouard Roger-Vasselin de virada, com placar final de 4/6, 6/4 e 6/3, depois de 2h06 de confronto.

Na última rodada do classificatório, o paulista de Mogi das Cruzes terá pela frente o vencedor do duelo envolvendo o holandês Igor Sijsling, cabeça de chave número 7, e o alemão Tobias Kamke. Independentemente de quem vier, o confronto travado por uma vaga na chave principal será inédito no circuito.

Feijão começou confirmando o saque de zero e logo em seguida teve sua primeira chance de quebra, mas não a converteu. Depois disso, foi a vez do rival francês pressionar o saque do paulista, com dois break-points não concretizados no terceiro game e um aproveitado no sétimo. Vasselin administrou então a dianteira até o fim e largou na frente.

O segundo set foi decidido apenas na reta final. Os sacadores foram vencendo seus games até que o francês foi ao serviço com a pressão do placar de 4/5, precisando confirmar para se manter vivo. Só que Vasselin vacilou e permitiu que Feijão conseguisse a quebra e com isso levasse a definição para a terceira parcial.

A história do último set foi bem parecida com a do anterior. Novamente os sacadores prevaleceram até a reta final, quando Feijão conseguiu mais uma quebra. O paulista aproveitou o terceiro break-point que teve no oitavo game e sem seguida confirmou o saque para selar a virada sobre o francês.

Romário curte férias em Aruba e aparece ao lado de nova namorada

 Em rede social, ex-jogador postou foto ao lado de Dixie Pratt, de 19 anos
Romário posou ao lado da nova namorada, Dixie Pratt, de 19 anos


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 Esta não é a primeira vez que o novo casal aparece junto. Segundo o jornal Extra, os dois já se conhecem há algum tempo e, inclusive, passaram as festas de fim de ano juntos. 

Dixie Pratt é cantora e mora no Brasil há alguns anos. Romário, 29 anos mais velho que a americana, está solteiro desde 2012, quando terminou o casamento com Isabella Bitencourt.

Futebol feminino agoniza no Brasil, apesar do sucesso mundial da jogadora Marta

Eleita melhor do mundo cinco vezes em votação da Fifa, Marta está novamente entre as finalistas de 2014

Campeonatos bem organizados são realidade apenas no eixo Rio-São Paulo

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O futebol feminino ainda engatinha no Brasil, apesar do sucesso mundial de sua maior estrela. Ao mesmo tempo em que o país festeja Marta, considerada uma das melhores do mundo, o esporte não evoluiu nos gramados tupiniquins, mesmo com a tentativa da Confederação Brasileira de Futebol em organizar a modalidade, promovendo duas competições: a Copa do Brasil (com 32 times, vai de 4 de fevereiro a 8 de abril) e o Campeonato Brasileiro, de 9 de setembro a 8 de novembro. Minas Gerais é um retrato do que ocorre no restante do país, convivendo, praticamente, com o abandono, por causa da falta de parceiros para bancar as equipes.

O Campeonato Mineiro, por exemplo, tem apenas seis equipes, nenhuma delas profissional. Os grandes clubes do masculino, Atlético, América e Cruzeiro, não participam. O primeiro competia na modalidade até 2012, quando o time foi dissolvido. Segundo informações da assessoria de imprensa do clube, o grande problema foi a falta de recursos para bancar a equipe. Essa é também a posição do Cruzeiro. O presidente Gilvan de Pinho Tavares afirma que nem sequer chegou a pensar na possibilidade de manter um time.

O atual campeão mineiro é o Santa Cruz, da Zona Leste de BH, time que joga na várzea. Ano passado, conquistou também a Taça BH e a Copa Centenário. São 36 atletas, entre 11 e 35 anos, todas jogando na categoria adulto. Bárbara Fonseca é a responsável pela equipe, uma espécie de faz-tudo – cuida das viagens, dos treinos, da alimentação e do transporte. Escrivã de polícia lotada na Delegacia de Furtos de Veículos, na Barroca, Bárbara conta que o time não recebe qualquer ajuda: “Os custos de treinos, viagens, materiais etc. são custeados pelos integrantes da comissão técnica, que está junta desde janeiro de 2014. A gente faz tentativas desesperadas, solicitando patrocínio ou uma ajuda do empresariado mineiro, mas ainda não tivemos êxito”.

Nenhuma jogadora tem salário ou recebe ajuda de custo, como vale-transporte. “Fazemos tudo por amor”, diz Bárbara. A única ajuda é para a Copa do Brasil, com a CBF disponibilizando R$ 5 mil para cada equipe nas partidas fora de casa. “Nas partidas aqui, nós é que temos de bancar. Nossa estreia na Copa do Brasil será contra o Duque de Caxias, no Campo do Vasco, no Rio. Para as partidas como mandante, indicamos a Arena do Jacaré, mas lá tem de pagar aluguel e não temos como fazê-lo. Estamos tentando a cessão do estádio, caso contrário, teremos problema, pois a CBF exige um campo com um mínimo de 10 mil lugares. Não temos outro lugar.”

FUTSAL A situação das jogadoras que estão fora do eixo Rio-São Paulo é bastante complicada. Muitas se mantêm em atividade migrando para o futsal. Rosana, integrante da Seleção Brasileira na campanha das duas medalhas de prata olímpicas e no ouro e na prata dos Jogos Pan-Americanos, viveu essa situação. “Quando não tinha jeito, não tinha time, ia jogar no futsal. É garantido, pois há competições com maior regularidade.”

Apesar dos problemas, o Brasil tem uma seleção considerada forte. O atual técnico, Oswaldo Alvarez, o Vadão, acredita que o Brasil evoluiu bastante, principalmente no lado tático, mas vê um grande problema: “Não se joga futebol feminino nas escolas. São poucas as escolinhas. O crescimento nos outros países é muito maior do que o nosso. Evoluímos dentro do campo, mas e quando perdermos essa geração de hoje? Não teremos reposição”.

Um dos problemas é que muitas jogadoras vão para o exterior, casos de Rosana, Cristiane e Marta, três dos principais nomes do esporte no país. Mas ele espera que esse problema seja amenizado com a criação da seleção permanente, com as jogadoras sendo convocadas com mais frequência.

Em dezembro, a Seleção Brasileira se reuniu pela última vez e conquistou o pentacampeonato do Torneio Internacional de Brasília, ganhando de Argentina e China e empatando com os EUA. A próxima convocação será no fim de fevereiro, para a Algarve Cup, em Portugal. Depois, se reunirá em maio para a preparação e disputa da Copa do Mundo, de 6 de junho a 5 de julho, no Canadá.

Personagem da notícia
Marta, 28 anos, jogadora de futebol

De empregada doméstica a craque
O grande nome do futebol feminino brasileiro é o da armadora e atacante Marta. Com 73 jogos pela Seleção no currículo e 82 gols, ela defendeu, profissionalmente, apenas três clubes no Brasil: o carioca Vasco, o mineiro Santa Cruz e o paulista Santos. Nos EUA, atuou no Los Angeles Sol, FC Gold Pride e Western New York Flash. Na Suécia, no Umea, no Tyreso e, agora, defende o Rosengard. Marta começou a carreira em Contagem. Empregada doméstica, aproveitava a folga para jogar no Adesc, que tinha uma equipe feminina de futsal. Foi campeã metropolitana e mineira, sendo que, defendendo a equipe da cidade, registrou o recorde mundial de gols numa só partida no futsal feminino (14), na vitória por 14 a 3 sobre o Cruzeiro, no Ginásio do Barro Preto, no fim da década de 1990. As façanhas de Marta nas quadras logo a levaram para um time de futebol de várzea, o Frigoarnaldo, onde ficou por quase três anos. De lá, conseguiu seu primeiro contrato profissional no Vasco, e, então, ganhou o mundo. Eleita cinco vezes a melhor jogadora do planeta na eleição da Fifa, amanhã ela estará novamente na cerimônia de premiação, pronta para emplacar a sexta.

Linha do tempo

1898 – Primeiro jogo de futebol feminino no mundo: Inglaterra x Escócia

1908 – Primeira vez que uma mulher joga futebol no Brasil, em partida beneficente, mista, no Rio

1921 – Primeiro jogo feminino oficial no Brasil, duelo entre os bairros Tremembé e Cantareira, de São Paulo

1941 – Lei Estado Novo proíbe a prática de “esportes incompatíveis com a natureza feminina”

1979 – Lei de 1941 é revogada

1982 – São criados os primeiros times femininos no Brasil: o carioca Radar e o paulista Saad

1988 – Primeira convocação para a Seleção Brasileira, com 16 jogadoras do Radar, para o Women’s Cup of Spain. Conquista do primeiro título internacional, vencendo França, Portugal e Espanha

1991 – Fifa organiza o 1º Campeonato Mundial Feminino, vencido pelos EUA

2003 – Brasil fica com a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo (foto), na República Dominicana

2004 – Seleção Brasileira leva a prata nos Jogos Olímpicos de Atenas

2006 – Marta é eleita, pela Fifa, a melhor do mundo. Ela voltaria a vencer a eleição em 2007, 2008, 2009 e 2010

2007 – Brasil é ouro no Pan do Rio e fica com a medalha de prata no Mundial da China

2008 – Seleção Brasileira conquista a medalha de prata na Olimpíada de Pequim

sábado, 10 de janeiro de 2015

Americana vence e mantém 100% na Liga de Basquete Feminino


Fácil vitória por 90 a 59 em cima do Brasília, um dos lanternas da LBF faz o atual campeão brasileiro seguir na cola do líder Uninassau/América

 Diário LANCE!
A ADCF Unimed/Americana manteve a invencibilidade na Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2014/15 ao derrotar o Brasília/BasqueteVizi, na noite desta sexta-feira, por 90 a 59 (39 a 27 no primeiro tempo), em duelo realizado no ginásio Centro Cívico, na cidade de Americana (SP), no complemento da terceira semana. O púbico compareceu em bom número para apoiar o time da casa, que é o atual campeão. O Americana é o vice-líder, com quatro vitórias (um jogo a menos que o Uninassau/América, que venceu seus cinco jogos) e oito pontos na tabela.O Brasília, com uma vitória em quatro jogos, é um dos quatro lanternas.

O Americana encontrou um pouco de resistência apenas nos minutos iniciais, depois conseguiu comandar o marcador, fazendo a diferença crescer gradativamente, usando a força do seu elenco, mesmo sem contar com a pivô Damiris do Amaral, com dores lombares.

- Não atuamos dentro do nosso melhor ritmo, pois fizemos uma sequencia grande de treinos físicos, visando a sequencia da competição e sentimos um pouco, mas conseguimos nos impor no jogo e vencer, comenta a ala/armadora Karla Costa, do time de Americana.

As atletas mais efetivas foram Gil Justino (25 pontos, 7 rebotes e 2 assistências) e Clarissa dos Santos (20 pontos, 13 rebotes e 5 assistências – double-double), pelo time paulista; Cacá Martins (20 pontos e 1 assistência) e Fran Nascimento (13 pontos, 7 rebotes e 4 assistências), em favor da equipe do Distrito Federal.

Brasil faz jogo forte em estreia de torneio no Egito

 Seleção teve jogo equlibrado na reta final da preparação para o Mundial do Qatar, na próxima semana
Santo André (SP) - A Seleção Masculina de Handebol superou a Arábia Saudita em torneio amistoso disputado em Sharm El Sheik, no Egito, por 26 a 25 (12 a 11 no primeiro tempo), na tarde deste sábado (10). Amanhã, às 14h (horário de Brasília), os brasileiros voltam à quadra para enfrentar os donos da casa. O objetivo, acima de tudo, é seguir com a forte preparação para o Mundial do Qatar, que tem início na próxima quinta-feira (15). 

"No primeiro tempo, jogamos muito bem. No segundo, abrimos cinco gols de vantagem e depois baixamos nosso nível defensivo. A Arábia se aproximou e conseguiu empatar, mas no fim acertamos o último ataque e ganhamos o jogo", comentou o técnico dos brasileiros, o espanhol Jordi Ribera. 

O artilheiro do confronto foi o armador esquerdo Guilherme Valadão, com seis gols. 
Os brasileiros têm uma grande expectativa sobre o Mundial do Qatar, já que na última edição do campeonato, em 2013, na Espanha, alcançou a melhor posição da categoria, o 13º lugar. A equipe fará a partida de estreia contra os donos da casa. O Brasil faz parte do grupo A, que inclui o próprio Qatar, a atual campeã Espanha, Eslovênia, Bielorrússia e Chile. 

A chave B é composta por Croácia, Bósnia e Herzegovina, Macedônia, Áustria, Tunísia e Irã. Na C estão França, Suécia, Argélia, República Tcheca, Egito e Emirados Árabes Unidos. Já no grupo D estão Dinamarca, Polônia, Rússia, Argentina, Bahrein e Alemanha.